sábado, 23 de outubro de 2010

Presente da tia Zola

Dia 21 de outubro fomos na casa da Tia Zola dar um abraço nela. Chegando lá perguntou como estava a Melissa. Eu falei que estava bem gordinha, e para minha surpresa ela me disse que tinha um vestido de gravidez para dar de presente para ela.Pensei com com meus botões(o que será que vem por aí). E lá veio ela com o seu passinho pé por pé,com um vestido azul de bolinhas brancas. Julia, Vandoca, Vania e eu não conseguimos nos olhar. Era um vestido da gravidez da Vandoca de quando nasceu o Cesar. Até vou dar prá Melissa, mas se ela vai usar tenho minhas duvidas.
postado por clara

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Ainda no cu do burro

Quando li a história do cu do burro (postado pela nita?) lembrei-me do famoso armário do pai, lá na cozinha. Alguém lembra? Nossa, aquele armário representava um monte de segredos para mim. Cada pecinha estranha que tinha lá!!!! Deixava qualquer fabricante de lego no chinelo... Claro, quando se burlava os olhos atentos do Sr. Rudy, a gente abria o armário e encontrava uns bilhetes que diziam " o que você está procurando não está aqui, está no cu do burro". Seria do burro que a Wandoca espantou, com fantasma e tudo? Oh, Wandoca, como a gente vai encontrar agora?????
Tuca

só se for no cu do burro

em meados de 1965, o pai tinha ido buscar a mãe no ´Fernandes Vieira,  era mais ou menos uma dez horas da noite. Dormia a Tuca, Julia, Gorda, Nita e o Pedro no mesmo quarto. O quarto dava para a casa do Carlitos. Mas a casa ainda não tinha sido construída. Tinha só capim. Lá pelas tantas um barulho do lado de fora da janela.O medo tomou conta. Fomos chamar a nossa defensora que já estava dormindo. Imaginem.. .
levantou furiosa, falamos prá ela que tinha um fantasma do lado de fora e ela falou "fantasma só se for no cu do burro", abriu a janela e realmente o que tinha lá era um burro. Mas se  o fantasma estava escondido no .... dele não ficamos sabendo, porque a Vaandoca deu uns berros e ele se mandou.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O nascimento do Pedro


Quando o Pedro nasceu, a mãe foi para o hospital durante a noite . Quando veio a notícia do nascimento dele,na manhã seguinte, ficamos em alvoroço.Já começamos a nos preparar para ir ver o nenê. A tia Iaia, que era nossa visinha,chegou e atirou água fria no nosso entusiasmo dizendo que ninguém iria vê-lo, que teriamos de esperar a mãe voltar para casa.Não me conformei,  comecei a xingar e terminei por ofendê-la. Ela ameaçou me pegar e eu me tranquei no quarto da mãe, fechando a porta por dentro.Ela mandou sua filha a Maria para entrar pela janela e abrir a porta. Eu muito ligeiro fechei a janela, que era tipo guilhotina, quase amassando as mãos da minha prima. Chorei e xinguei um monte, até que o pai chegou do trabalho e nos acalmando, prometeu que, após o almoço nos levaria até o hospital. Lá fui eu toda satisfeita, apesar da cara inchada de tanto chorar. Quando chegamos ao hospital, também quiz pegar o bebê, mas chegou uma enfermeira e me tirou o nenê, dizendo  que eu não poderia pegá-lo, devido a minha gripe. Decididamente, o mundo estava contra mim!!!!!!!!
Postado por Wanda

Ciudado o negrão


O hotel da dona Anilla, onde morávamos, era um espaço enorme para qualquer criança e o André e o Gabriel aproveitavam correndo de um lado para outro. Como era uma construção antiga, tinha lá seus labirintos e corredores escuros. Um principalmente que terminava em um degrau. Quem não conhecesse o lugar podia cair. O Gabriel e o André nas suas brincadeiras se dirigiram para o corredor e antes de acontecer um acidente alertei : Cuidado o degrau!!!! Na mesma hora o Gabriel deu meia volta e veio ao nosso encontro apavorado e chorando e o André, sem entender nada!!!! Quando foi perguntado da razão das lágrimas, ele falou: A dinda disse que tinha um negrão!!!!!!
Postado por Wanda

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Falando de Fusca...

 Ah, se meu Fusca falasse!!! Com certeza contaria milhares de histórias engraçadas!Por enquanto vou contar uma delas! No final dos anos 80, começamos a construir a casa Brasil, na famosa praia OLD BEEN BEACH, conhecida no mundo inteiro pelos Uhrigó! A construção da mansão dos remendos, demorou leves 3 anos. Não por falta de dólar, pois naquela época diga-se de passagem, tínhamos, nós e nosso sócio, o Orlando!Faltava mesmo era vontade de trabalhar da equipe contratada!La pelas tantas, o verão estava chegando, e a casa nada de ficar pronta. Os sócios e proprietários resolveram contratar uma nova equipe para concluir a obra faraônica "pelo tempo que demorou".Concluida a obra, viemos para cá, marcando mil...à fim de inaugurá-la. Chegamos de Fusca TL4040  lotado até os "zóio",desde o colchão,pia da cozinha,  até a louça...e a família é claro! Mas não haviam móveis,resolvemos então improvisar.O Zé comprou várias ripas...acho que todas que tinham na madeireira, e como estava na época de"José o carpinteiro", se atracou a pregar!Construiu cavaletes para mesa,bancos e pia. Não sei como, uma das portas de um quarto da casa da vó Dinah já estava aqui, resolvemos usá-la para tampo da mesa!Nosso Fusca vinha tão lotado que a parte de cima, o bagageiro,era duas vezes maior que a parte de baixo, parecia um balão!Passamos dois dias pregando! Dormíamos no chão, resolvemos então ir à Torres num Bric de móveis comprar camas.Lá fomos nós de Fusca!Compramos um beliche pros guris e um estrado para o nosso colchão. E sabem como trouxemos de Torres??? No bagageiro do fusca, e incrível ,o estrado de casal veio inteirinho, sem desmontar, ainda bem que em Torres não tinha o movimento que tem hoje...vínhamos bem no meio da rua,para não bater em nehum carro...E, quando conseguimos atravessar a antiga balsa, resolvemos almoçar em um restaurante que ficava na beira do mar, nos molhes! Estacionamos e...ninguem mais estacionou na frente do restaurante, ocupamos todo o espaço físico do estacionamento mas, como estávamos eufóricos pelas compras feitas, nem percebemos!Almoçamos, e quando entramos no carro para voltar pra casa, ouvi alguém dizendo: -esses levam a casa nas costas!!!!Hehehe. E Trouxemos mesmo!!!Assim começava uma série de histórias engraçadas do condomínio dos Uhrigó na OLD BEEN BEACH!!!

domingo, 17 de outubro de 2010

Crer é tornar possível o impossível

Lá por 1979 o Bibi foi fazer um curso em São Paulo. No dia do retorno do Bibi, o tio Orlando se prontificou a nos levar para o aeroporto para fazer uma surpresa. Fomos na saudosa Variante vermelha: Tio Orlando de motora, tia Wandoca, André, Nana, Sofia, Mateus e eu, grávida do Ismael. Claro que naquela época não tinha essa história de cadeirinha prá recém-nascido, até tantos kg, até tantos anos.... Tinha muito mais o bom senso e a responsabilidade dos motorista. Quando estávamos chegando próximo à Canoas, furou um pneu. Desce a criançada, a mulherada e lá se foi o tio Orlando trocá-lo. Tudo bem, a idéia era chegar ao primeiro posto e arumá-lo para não ficarmos sem estepe. Ainda tínhamos tempo até o Bibi chegar. Rodamos mais alguns Kms e mais um pneu furou!!! E agora? Ficamos na beira do asfalto esperando a benevolência de algum motorista. Lá pelas tantas um carro parou e o motorista emprestou o estepe de seu carro para irmos até uma borracharia que ficava na entrada de Canoas. Nessas alturas, o vôo do Bibi já deveria ter chegado e ele já teria ido para a rodoviária de Porto Alegre para vir para Lajeado. Quando chegamos na borracharia, tudo de novo, desce criançada, desce mulherada e o tio Orlando resolvendo o problema. Depois dos dois pneus arrumados resolvemos ir até o aeroporto, já que a criançada estava na expectativa de ver muitos aviões. Eu, estava triste e chateada, bem que a flamente vermelha poderia ter colaborado...... Foi quando a Wandoca juntou do chão um marcador de livro com a frase "CRER É TORNAR POSSÍVEL O IMPOSSÍVEL" e me disse: - Olha Tuca é só acreditar!
E não é que ao chegarmos ao aeroporto, o vôo do Bibi estava atrasado e ainda conseguimos fazer a tal surpresa?
Até hoje uso essa frase nas minhas provas.
Precisamos acreditar!

Tuca

O fusca da polícia

Todas as manhãs levávamos o Mateus, então com seus cinco anos, e o Ismael, com quatro anos, para a parada de ônibus na rua Júlio de Castilhos onde os dois iam para a Creche Gustavo Adolfo e nós para o Colégio Castelo Branco. Como o ônibus passava em torno de 7:45  e nossa aula começava às 7:30, os dois ficavam cerca de meia hora esperando. Atravessavam a rua e íam no Supermercado Dresch dar uma voltinha, onde a profe Nilsa ao passar por lá arrecadava os dois para a parada. No entanto, em uma ocasião a tia Nilsa não os viu e o ônibus passou. O Mateus resolveu ir a pé para a creche (cerca de 2,5Km). E, se foram. Quando chegaram na frente do Banco do Brasil, duas quadras depois do Dresch, o Isma já estava cansado. O Mateus resolveu pedir ajuda ao primeiro guarda da Brigada Militar que encontrou. Contou o que aconteceu e pediu carona. Lá se foram os dois de fusca preto e branco para o Gustavo Adolfo. Rezo sempre para esse guarda e sua família.
Postado por Tuca

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Quem assusta sai assustado

Certa noite resolvemos pregar um susto no Guilherme.Taninha, Wandoca, Clara, Rosangela e eu.
Decidiram que desfiariam meu cabelo que ficou parecido com uma peruca de bombril.
Pintaram meu rosto todo de preto e nos preparamos para chegada do Guilherme após a aula.
A janela do quarto dele só tinha vidro.Quando ele chegou  peguei uma cadeira e fui lá fora para
assustá-lo.mas o susto maior  foi o meu porque depois que apareci na janela e assustei ele a cadeira
virou e eu me estatelei no chão.As gurias não sabiam se riam ou se choravam comigo.Aprendi a lição
"Quem assusta sai assustado"


Postado por Julia

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A MALA

Lembram de uma certa ocasião que a Wandoca e a Taninha queriam passar férias
em Cachoeira? Não tinham mala pra levar as roupas.Sem problema ,a Wandoca
não teve duvida fez uma mala de papelão e brim.E la se foram as duas belas e faceiras.
Quando chegaram na Estação em Santa Cruz tinhan que trocar de ônibus para seguir
viajem,pois não é que um piá  por pouco não sentou na mala! As duas ficaram torcendo
para que ele não sentasse pois a mala despencaria e viraria um saco.

Julia

domingo, 3 de outubro de 2010

Meu Anel

Dizem que nada como um dia depois de outro.Tive um namorado em Cachoeira que me deu de presente um anel.Como nunca gostei de usar jóias, o anel ficava em casa guardado, pois nestas alturas o cara já tinha té casado. Um dia procurei o anel e cadê????? Tinha sumido. Claro que a culpa recaiu sobre a Julia que sempre gostou de usar o que era das outras, fosse permitido ou não. A Julia jurava de pés juntos que não tinha sido ela, mas o seu passado a condenava. Em outra ocasião ela também jurou que não tinha usado minha correntinha para passear em Soledade e depois apareceu na foto das amigas com ela. O tempo passou e não faz muito, nas nossas recordações em noite de calor na praia, a Anita confessou que foi ela quem pegou meu anel, foi brincar na visinhança e perdeu. Tenho que sempre pedir desculpas prá Julia pela injustiça que cometi.
Postado por Wanda

sábado, 2 de outubro de 2010

Os 100 m rasos do valão.

Era mais um carnaval na Barra Velha.  Estávamos reunidos em uma roda de chimarrão quando,  lá pelas tantas, começou uma discussão entre o Bibi e a Taninha sobre preparação física. Naquela época, o Bibi era especialista na área. Afinal, nós tínhamos bíceps invejáveis de tanto praticar levantamento de copos. Depois dos dois argumentarem sobre o assunto, o Bibi propôs uma aposta. Ele duvidava que a Taninha conseguisse ir e voltar correndo até o valão( o riacho que desagua na lagoa). A Taninha topou. Calçou os tênis e saiu em desabalada carreira, com uma vontade que causaria inveja até no Usain Bolt. O recorde dos 100 m rasos, naquele tempo era de 10 segundos. Ela fez em 9, ou 90, ou 900. Não lembro mais, mas o que importa, os zeros não valem nada mesmo. A verdade é que ela foi e voltou lépida e faceira e o Bibi perdeu a aposta e coisa e tal. Também não lembro o que apostaram.
À noite, foi realizado o tradicional concurso da Rainha do Carnaval  e a Taninha veio devidamente trajada com a fantasia “100 metros rasos do valão” e acabou sendo aclamada Rainha dos Uhrigó pelo público  presente (todos votavam, inclusive as crianças).
Postado por Pedro

Afogando na poça d´água.

Foi um verão muito chuvoso. Na praia, os terrenos do outro lado da rua estavam completamente alagados. A gurizada se divertia (praia de pobre se faz com chuva ou sol). O Maurinho inventou uma jangada e ficava navegando na inundação. O Mateus e o Duda montaram uma rampa para saltar de bicicleta na água. Pura diversão. O Tiaguinho, que tinha uns dois  anos nessa época,  também quis participar da folia. Atravessou a rua e entrou na água. Ali tinha uns dez centímentos de fundura, mas ele escorregou e caiu de cara na água. Levantou-se e caiu novamente. Parecia que ele tentava respirar somente quando estava com o rosto na água. Na terceira ou quarta queda a Taninha gritou: Olha o meu neto, está se afogando. Todos correram.  A Laurinha foi a primeira a chegar e quando foi pegá-lo, escorregou e caiu por cima dele e definitivamente os dois foram para a água. Foi um pequeno susto,  mas muito divertido.

Postado por Pedro.