quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Retorno de Cachoeira do Sul!
Lendo a história de Natal da irmã nº3, lembrei que vivi uma situação parecida! Fomos à Cachoeira do Sul visitar nossa avó Sofia! E como diz a nº3, Lá pelas Tantas, a Vó me deu um dinheiro para eu ir ao cinema.Fomos olhamos o filme , e fui devolver o troco; mas ela não aceitou e disse que eu ficasse com ele. E eu com dindin na mão, só queria voltar para casa. Todos ficaram curiosos para saber o que eu iria comprar quando chegasse em Lajeado.Só perguntava pra mãe se iria demorar muito a viagem? Acho que tinha uns 7 anos.Quando chegamos, nem entrei em casa, fui correndo ao Berga, mercadinho da esquina, e voltei toda faceira com um litro de leite na mão!Que sem graça!!!!Eu deveria ter comprado um chocolate ou balas , sei la!. Mas acho que não tinha muita imaginação mesmo!!!Kakaka!
Morro da Guabiróva!
Por uns tempos la em casa, quando íamos dormir, nossa irmã número 7, começava a chorar...e chorava...e chorava...buéhéhéhéhé....Nossa mãe dizia que ela subia o famoso morro da guabiróva. Alguém já viu esse morro? Alguém sabe onde fica? É, acho que somente a 7 pode nos dizer!Hoje entendo porque ela chorava tanto...Toda vez que subia o morro era pra procurar experimentos pra microbiologia, e nunca encontrava! Por isso a choradeira!!! Êta lembrança boa!!!
Cheguei...
Não que queira nos gavordear, mas quando chegavam as férias, a Tuca e eu pegávamos a gurizada, e a flamante variante e íamos para o camping de Itapeva em Torres. No carnaval chegava a leva dos uhrigós, Como íam ficar poucos dias na praia e na volta seria interessante que o pessoal notasse que a "gente esteve na praia ué" os momentos de sol eram essenciais para tal intento. Numas da levas de Uhrigós, ao chegarem, foi aquele alvoroço, montar barraca, cuidar da gurizada (impossíveis na chegada) os nossos contando as novidades ou outros querendo curtir e assim por diante. Não é que uma das recém chegada resolve se esparramar na grama para iniciar "aquele" bronzeado revelador. Mas como estávamos organizando o acampamento, alguém resolve movimentar um dos carros e por pouco não atropela ou melhor por pouco não esmaga a dita cuja. Que cagaço! Depois do susto começou a gozação, que dura até hoje.
Postado por BIBi
Postado por BIBi
Piti
Nos meus remeber(que chiq), tenho um trunfo que consegui na política. O Mateus, pequenininho, não saia de perto da saia da mãe. Estava eu em campanha em Boqueirão do Leão e indo à casa de um colono vi muitas cabritas. Não titubiei, comprei uma cabritinha para dar ao Mateus. Chegando em Lajeado, busquei-o no apto e levei até a casa da vó e mostrei o bichinho. O Mateus ficou apaixonado a primeira vista. Qual não foi minha surpresa daquele dia em diante, começou a dormir na casa da vó por causa da cabrita. Como dar nome a ela? Bem não sei de quem foi a idéia, o certo é que passou a chamar-se PITI. Para nossa alegria (da comunidade dos Uhrigó) ela se incorporou tão bem com a gurizada que nos sábados e domingos, não sei se era a gurizada que mais se divertia com ela ou era ela que se divertia com eles. Tempo bom aquele.
Postado pelo BiBi
Postado pelo BiBi
Estréia do bicho papão
Como não poderia deixar de acontecer, aqui estou de intrometido junto aos uhrigós. No porão da casa da vó, existia um baita espaço e precisando do mesmo para brincar de apicultor, negociei com a vó para recuperá-lo. Foi o que fizemos, o Guilherme, o Pedro, e o Marcos (sobrinho) desculpe se esqueci alguém. As coisas iam fluindo e numa tarde estava no porão quietinho fazendo os caixilhos e a gurizada fazendo bagunça lá na cozinha. Então descobri a minha "força" não sei se foi a Júlia ou a |Gorda que ralhando com a gurizada lasca esta: SE NÃO PARAREM VAI CHEGAR O TIO BIBI'.
postado por BiBi
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domingo, 26 de setembro de 2010
Celular aquático!
A Luisa, numa noite de natal, ganhou de presente um celular, último tipo, ultra moderno. Depois do jantar foi com os primos para Torres, curtir a festa! Na volta resolveram atravessar a pinguela pulando, o celular que tinha acabado de ganhar, ultra moderno, tambem pulou, do bolso da calça e se jogou na água do rio. Ela ficou muito triste, inclusive tinham pago somente a primeira prestação. O pai dela, muito espirituoso, no outro dia disse, que tinham mandado um recadinho pra ela, mostrou então um cartaz com um peixinho desenhado e falando que ela podia ficar bem tranquila pois ele cuidaria muito bem de seu celular! Rsrsrsrs
A dança das facas!
Numa ocasião fui com nossa mãe em uma feira, a famosa FENAL, feira Nacional do Leite,em Lajeado,tempo do Ariri pistola!Andamos por toda feira e no final da tarde fomos ver um gaúcho se apresentar o nº artístico era a dança das facas...vcs ja imaginaram né???Até hoje ninguém sabe onde foram parar as facas da mãe depois que voltamos pra casa, dancei com todas! Kakaka
Pedaços de lembrança!
O Vini quando tinha uns 7 anos, numa ocasião, quando pedi pra ele tirar uma rãzinha do banheiro da praia, perguntei à ele se não tinha medo, me respondeu: não tenho medo, to acoxtumado a pegar xapão dexe tamanho axim!!!Fez um gesto com as mãozinhas como se o xapão tivesse uns 15 cm!!!!
O Tomaz, com 5 aninhos queria colocar mergulho nas feridas!Acho que foi porque a Gorda numa ocasião colocou acetona num arranhão do Mateus!!!Hehehe. E, um pouco antes do Pi nascer,o Tomaz achava que a Fofa teria uma menina, e sabia até que nome teria, NARINA!Hehehe
O Mauro e o Xandi, pediam pro Tonho Silva, figura histórica da praia, pra ele cantar a música, na cumbuca da Maruca. E ele, o Tonho perguntava pro Zé; Ô seu Zé me empresta R$10,00 dos seus ai???
Houve uma época em que o André era o Máximo e o Mauro o mínimo, hoje os dois são bem altos!!!
A tia Wandoka: la pelas tantas...
O tio Pedro sonhando na adolescência cantava: Pelei bolinha, fiu fiu, fiu....e, pelava mesmo! Era rei da bolinha de gude, mas no outro dia a gurizada que tinha perdido pra ele me convidava pra jogar, eu pegava escondida as bolinhas de gude e perdia todas...Hehehe
O tio Bibi, coisa e tal...
O Pi,com uns 5 aninhos,no dia que fomos levar o Bob pro Mauro na praia, paramos no Km1 pra fazer um lanche, quando ele experimentou o espetinho de frango e sentiu um gosto estranho, levantou a mãozinha e disse chamen o gerente poi favoi!!!
O Negão ao atender o telefone: só que aqui é o Daniel!
A Luisa só entendeu a primeira parte da piada, a segunda não...
Essas são algumas das boas lembranças que tenho....E tenho!
O Tomaz, com 5 aninhos queria colocar mergulho nas feridas!Acho que foi porque a Gorda numa ocasião colocou acetona num arranhão do Mateus!!!Hehehe. E, um pouco antes do Pi nascer,o Tomaz achava que a Fofa teria uma menina, e sabia até que nome teria, NARINA!Hehehe
O Mauro e o Xandi, pediam pro Tonho Silva, figura histórica da praia, pra ele cantar a música, na cumbuca da Maruca. E ele, o Tonho perguntava pro Zé; Ô seu Zé me empresta R$10,00 dos seus ai???
Houve uma época em que o André era o Máximo e o Mauro o mínimo, hoje os dois são bem altos!!!
A tia Wandoka: la pelas tantas...
O tio Pedro sonhando na adolescência cantava: Pelei bolinha, fiu fiu, fiu....e, pelava mesmo! Era rei da bolinha de gude, mas no outro dia a gurizada que tinha perdido pra ele me convidava pra jogar, eu pegava escondida as bolinhas de gude e perdia todas...Hehehe
O tio Bibi, coisa e tal...
O Pi,com uns 5 aninhos,no dia que fomos levar o Bob pro Mauro na praia, paramos no Km1 pra fazer um lanche, quando ele experimentou o espetinho de frango e sentiu um gosto estranho, levantou a mãozinha e disse chamen o gerente poi favoi!!!
O Negão ao atender o telefone: só que aqui é o Daniel!
A Luisa só entendeu a primeira parte da piada, a segunda não...
Essas são algumas das boas lembranças que tenho....E tenho!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Afta!!!
Sempre que íamos para a praia, convidávamos o Vinivini para ir conosco! Numa dessas viagens, chegamos na praia à tardinha, depois de percorrer 300km, em 6 horas devido ao estado do motor do fusca!!! Eta cavalinho bom sô! Nos levava onde queríamos, e ainda carregava nossa casa nas costas, ou melhor, na cabeça!!! Bom, chegando la, ajeitamos a casa, e colocamos alguns colchões no chão para a gurizada brincar. O tio Zé que adorava fazer cócegas na gurizada se jogou no colchão e começou a fazer cócegas no Mauro, que por sua vez, rindo muito, pediu que o pai parasse, porque não podia rir em função de uma afta, o Zé então se virou para o Vini e ia fazer cócegas nele, e ele foi logo dizendo, pára,pára, pára, eu tambem tenho afta...e perguntou em seguida: o que é afta??? Todos caimos na gargalhada!
Quero saber
Dias antes da Sofia nascer, era domingo e fomos até a chácara do Élio lá em Capitão, aquela que ficava bem pertinho do céu, para comer bergamotas e laranjas. Sentada embaixo de uma árvore a Tuca mostrava para a gurizada como o bebê se mexia dentro da barrigona dela. Naquela semana a Sofia nasceu e eu fui visitá-la levando o André e a Adriana, para ver o bebê. Todo mundo ao redor do berço da Fofa, a Tuca disse para o André: -Vê, este é o nenê que estava dentro da minha barriga, se mexendo. O André olhou de uma para a outra e eu cutuquei a Tuca dizendo: Cuida a pergunta!!! Não deu outra. Ele olhou para ela e perguntou: Como é que ela saiu???? Como eu era muito endendida, respondi como manda a psicologia infantil, sem grandes expicações – Quando ela quiz sair, se abriu um buraquinho e ela saiu. E a resposta o satisfez. Ufa!!!
Postado por Wanda
Vexame em cor de rosa
Quando a gente se preparava para ir a praia, já se saia de casa com o espírito e a indumentária de acordo. Naquele ano não foi diferente. Cedinho nos preparamos, nós com nosso Del Rey e o Zé com o fuquinha que carregava um pacote maior que ele no teto. Vesti minha roupa de praia mais confortável para viajar. Um shortinho de linha rosa quase transparente de tanto uso, uma blusinha branca bem chulé e sandálias havaianas, que naqueles tempos não tinham o status de hoje. Já queria chegar na praia paramentada para o verão. Só não contava com o imprevisto. Quando chegamos na freeway, logo ao entrar, o carro quebrou!!!! Simplesmente não obedecia mais a direção. O Orlando apavorado, atacou um utilitário da Savar, oficina de caminhões que se prontificaram a levá-lo até uma oficina que consertasse carros de passeio. Na beirada da estrada ficamos ,o André e a Adriana sentados dentro do carro e eu, esperando ele voltar, nem me dando conta do traje. Daqui a pouco chegou um carro da polícia rodoviária parou e o policial veio falar comigo.Expliquei o que acontecera e ele disse que ficaria ali comigo até o Orlando voltar porque ali aconteciam assaltos volta e meia. Chegou uma segunda viatura e encostou também.O policial desta viatura olhava para o carro e com ares de entendido dizia : Isto e problema de avalanca.Apesar do drama tive que me segurar para não rir. E eu preocupada com a Anita e o Zé que iam mais à frente. Mas o Zé tinha parado em frente a um posto da polícia que tinha ali perto e voltou para ver o que acontecia. O Orlando retornou, com um guincho da Mesbla Veículos, para levar o carro até a oficina e logo disse que eu teria que ir junto, pois ele não saberia sair de Porto Alegre. O André e a Adriana foram com os policiais, até o posto onde o Zé também ficaria esperando.Ai é que veio meu drama!!!!! Na Mesbla veículos até a servidora de cafézinho usava salto alto e eu sentada em uma sala de espera toda chique, com meu trajinho rosa, me sentindo o bichinho da goiaba. Nunca passei por vexame maior. Hoje só viajo vestida como se fosse me encontrar com o presidente, ou o Ministro da Guerra, que seguidamente vem ao Passo de Torres.
Postado por Wanda
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Planetas!
Num belo entardecer de verão, estávamos, meu marido José e meus filhos, Guto e Mauro, sentados em uma sorveteria no centro de Estrela, na quadra em frente , tem o prédio da antiga CRT, onde pode se ver ao alto, em cima do prédio, duas antenas redondas uma um pouco acima da outra, como se fossem duas parabólicas! CoEstávamos conversando quando de repente o Guto,com 7 anos, me disse, mãe, olha só la os planetas, olhei pro céu e disse: Planetas, onde? E ele apontando para as antenas falou: ali ó, e o nome deles são, MARTIN E LUTHER...expliquei pra ele então que não eram, e demos boas risadas, até hoje quando passo lá e vejo as antenas, lembro do ocorrido! Bjos
Nosso blog ta ficando muito bom, mas estão faltando histórias, Igor, Guilherme, Julia,Gorda e |Tuka!!!
Nosso blog ta ficando muito bom, mas estão faltando histórias, Igor, Guilherme, Julia,Gorda e |Tuka!!!
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Produção em série.
Postado por Wanda
Naquele ano eu contei dezesseis crianças entre nossos filhos e outros que se achavam na praia. Como os pais trabalhavam, só podiam vir no fim de semana. Então ficava eu, já aposentada, de mãe de todos duraante a semana. Mas isto não me trazia trabalho. Além de tratar machucados ou tirar bicho de pé, os mais velhos ajudavam os novos e se viravam bonito. Foi aí que eu vi uma produção em série que faria inveja a Henri Ford. Resolveram que naquele dia, o cardápio seria panqueca. A turma era grande, a fome maior ainda e teriam que ser muuuuitas panquecas. A Melissa a mais velha da turma preparou a carne, depois juntou todo mundo, para ajudar. O Ismael, preparava a massa no liquidificador, o Mateus e a Melissa, fritavam as panquecas e o resto da turma colocava o recheio e enrolava, disputando cada um sua vez. Rapidinho tinham duas formas cheias . Foi um lauto almoço, provando que a união não faz só açucar, se precisar faz panquecas também.
Burrico nada burro.
Aconteceu no inicio da década de 60. Nós tivemos que sair da casa do Pirai. Nossa propriedade foi desapropriada para construção do trevo da Rodovia Presidente Kenedy (BR 386 e hoje Itagiba Leonel Brizola). Enquanto a casa nova (nem tanto) não ficava pronta, nós ficamos morando no porão da casa da D. Zuleika Born. ( sempre tinha um anjo no nosso caminho) . Era verão, ela passava na praia de dezembro a fevereiro e emprestou o porão. De quebra, nós cuidávamos da casa. Não tinha muita coisa para fazer. Ás vezes o pai nos levava escondido da mãe na parte de cima da casa para assistir as aventuras de Guilherme Tell na televisão . Mas o terreno atrás da casa era grande com um pomar e um burrico. Eu nunca fui muito fã de cavalos, muito menos de burricos. Mas um dia, convenceram eu e Tuca a andar de burrico. Nos colocaram nas costas do coitado e o Guilherme puxava. O bichinho andou um pouco e de repente empacou. Não se mexeu mais. Lentamente, abaixou a cabeça de tal maneira que eu e Tuca escorregamos pelo pescoço dele e fomos cair sentados no chão. Foi muito divertido. O burrico não era tão burro assim.
Postado por Pedro.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Corre que o bicho tá pegando...
Postado por Wanda
No Pirai, hoje São Cristóvão, tinhamos um casal de vizinhos cujo filho tinha o apelido de Chip (Um nome bem à frente do seu tempo). Passado um tempo depois que nos mudamos para o “centro”de Lajeado fomos uma noite visitar umas amigas e antigas visinhas. Eramos umas quatro e resolvemos nos fantasiar de homens e sair. Andamos prá lá e pra cá e de repente cruzou nosso caminho o Chip, então com seus doze ou treze anos. Ele começou a se apressar para ir para casa quando viu aqueles sujeitos e nós também apressamos o passo atrás dele. Uma das gurias calçava um chinelo de couro e o arrastava nos cascalhos da rua fazendo rraaccc, rraaccc, o que deixava ele cada vez mais apavorado. Eles moravam no alto de uma elevação e atravessavam uma roça para poder chegar em casa. O piá subiu a trilha correndo, a escada de casa de quatro e só quando já estava na porta foi que ganhou coragem se virando para nós e dizendo: Venham cá se foram bem homens, seus f.....Como a gente não era... a Emilda arrastou novamente os chinelos,e ele batendo a porta , sumiu com toda sua valentia, dentro de casa.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Ghost
Postado por Wanda
Num verão em que estavam na praia toda a criançada, resolveram assistir ao filme Ghost, do outro lado da vida. Todos reunidos na casa da Anita, a maioria sentada embaixo da janela da sala, na maior tensão. Na parte do filme em que as sombras vem buscar o cara do mal,o Mateus,que assistia ao filme na casa da Tuca, vem e passa a mão na venesiana da janela, fazendo pular quem estava sentado perto dela. A gritaria foi tanta que nós, saimos de nossa casa para ver o que tinha acontecido. Ao entrar, deparamos com a Melissa, no corredor dos quartos, sapateando apavorada, olhando para a porta da frente e junto com ela mais uma meia dúzia . é que, além do susto que o Mateus pregou, ao nos aproximarmos, nossa sombra foi projetada na área da Anita e eles acharam que eram as sombras do além.Acho que ninguém mais quiz olhar o filme depois dessa.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
O poder de Santo Antonio
Sábado, o Bibi lavando o carro, a Tuca ajudando...Mas, o anel! O anel de formatura, lindo, não podia sujar. A Anita ficou encarregada de cuidá-lo.
Terminada a limpeza: " Anita e o meu anel?" A pobre da Nitinha não sabia onde tinha deixado... Perdeu! Foi aquele "Deus nos acuda" Procura daqui , procura dali e nada. A mãe, devota fervorosa de Santo Antônio, rezou, fez promessas, mas o anel não apareceu..... Estava perdido.
Passados meses, acho que mais de ano, a mãe sentada perto da janela, talvez até no nosso velho banco, viu a Tuca dobrando a esquina e pensou... "é ... desta vez Santo Antônio, não me ouviu!"
Mas a Tuca atravessando a rua, se abaixou e do meio dos matinhos perto da calçada, juntou alguma coisa: "mãe adivinha o que eu achei?!"
E a mãe? A mãe com certeza levou um dinheirinho para o Pão dos Pobres, rezou muitos Pai Nossos de braços abertos e pedido mil vezes perdão a Santo Antônio por ter duvidado de seu poder.
Eu já não estava em casa quando esse fato aconteceu, mas de tanto ouví-lo me atrevo a contá-lo para mostrar sua essência: a Fé da mãe e o poder de Santo Antônio.
postado por Tânia
Terminada a limpeza: " Anita e o meu anel?" A pobre da Nitinha não sabia onde tinha deixado... Perdeu! Foi aquele "Deus nos acuda" Procura daqui , procura dali e nada. A mãe, devota fervorosa de Santo Antônio, rezou, fez promessas, mas o anel não apareceu..... Estava perdido.
Passados meses, acho que mais de ano, a mãe sentada perto da janela, talvez até no nosso velho banco, viu a Tuca dobrando a esquina e pensou... "é ... desta vez Santo Antônio, não me ouviu!"
Mas a Tuca atravessando a rua, se abaixou e do meio dos matinhos perto da calçada, juntou alguma coisa: "mãe adivinha o que eu achei?!"
E a mãe? A mãe com certeza levou um dinheirinho para o Pão dos Pobres, rezou muitos Pai Nossos de braços abertos e pedido mil vezes perdão a Santo Antônio por ter duvidado de seu poder.
Eu já não estava em casa quando esse fato aconteceu, mas de tanto ouví-lo me atrevo a contá-lo para mostrar sua essência: a Fé da mãe e o poder de Santo Antônio.
postado por Tânia
Minha Historia de Natal
postado por Wanda
Esta eu escrevi para participar da promoção da RBS.
Sempre fui apaixonada por presépios e quando era criança dorava ir na missa no dia de Natal, para ver a representação do nascimento de Jesus e poderia ficar horas apreciando todos os detalhes daquelas figuras estáticas, mas que me pareciam reais.
Quando tinha uns treze anos, meu tio Cesare, deu a minha irmã e a mim a quantia de dez cruzeiros, para que fôssemos assistir na matiné do Cine Avenida ao filme"E o vento levou".
Quando me vi de posse do dinheiro, desisti do filme e corri para casa. Minha intenção era usar o que havia ganho para comprar um presépio que vira no recém inaugurado Supermercado Imec e que custava só nove cruzeiros.
Eram algumas figurinhas de cerâmica, mas para mim era a realização de um sonho, pois até ali nosso presépio era apenas um cartão com a cena do nascimento de Cristo colocado debaixo da árvore.
Quase não pude conter a ansiedade até a véspera de Natal para poder montar meu presépio como eu sempre imaginara uma gruta feita de papel pintado, imitando pedras, serragem pintada de verde para parecer um campo e as figurinhas dispostas em torno da mangedora com o menino Jesus.
Naquela noite de Natal com certeza fui a pessoa mais realizada da face da terra. Não lembro se ganhei algum outro presente, porque meu maior presente estava ali embaixo da árvore.
Até hoje, em todos os natais, quando monto o presépio, eu relembro aquela alegria, pois entre as figuras do meu presépio atual existem dois pastores e algumas ovelhinhas, iguais aquelas da minha juventude e apesar de destoarem um pouco do resto do conjunto, não deixo de colocá-los, pois ao fazer isto, trago um pouco da magia daquele Natal, para o presente.
Esta eu escrevi para participar da promoção da RBS.
Sempre fui apaixonada por presépios e quando era criança dorava ir na missa no dia de Natal, para ver a representação do nascimento de Jesus e poderia ficar horas apreciando todos os detalhes daquelas figuras estáticas, mas que me pareciam reais.
Quando tinha uns treze anos, meu tio Cesare, deu a minha irmã e a mim a quantia de dez cruzeiros, para que fôssemos assistir na matiné do Cine Avenida ao filme"E o vento levou".
Quando me vi de posse do dinheiro, desisti do filme e corri para casa. Minha intenção era usar o que havia ganho para comprar um presépio que vira no recém inaugurado Supermercado Imec e que custava só nove cruzeiros.
Eram algumas figurinhas de cerâmica, mas para mim era a realização de um sonho, pois até ali nosso presépio era apenas um cartão com a cena do nascimento de Cristo colocado debaixo da árvore.
Quase não pude conter a ansiedade até a véspera de Natal para poder montar meu presépio como eu sempre imaginara uma gruta feita de papel pintado, imitando pedras, serragem pintada de verde para parecer um campo e as figurinhas dispostas em torno da mangedora com o menino Jesus.
Naquela noite de Natal com certeza fui a pessoa mais realizada da face da terra. Não lembro se ganhei algum outro presente, porque meu maior presente estava ali embaixo da árvore.
Até hoje, em todos os natais, quando monto o presépio, eu relembro aquela alegria, pois entre as figuras do meu presépio atual existem dois pastores e algumas ovelhinhas, iguais aquelas da minha juventude e apesar de destoarem um pouco do resto do conjunto, não deixo de colocá-los, pois ao fazer isto, trago um pouco da magia daquele Natal, para o presente.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Ama de leite
Durante muito tempo tivemos uma cachorrinha, a Fox, que só faltava falar. Uma época a mãe colocou uma pata para chocar e nasceram quatorze patinhos. Como eles dormiam no porão da casa, uma noite bateu um gambá e matou os patinhos só sobrando um.Trouxemos o mesmo para dentro de casa e ele virou nosso novo bichinho de estimação. Nossa cadelinha adotou o patinho que passou a mamar na mesma.Ele beliscava as tetinhas da Fox até que começava a correr leite. Ai levantava a cabecinha e tomava. Uma fotógrafa da cidade, que passou e viu o fato,num sábado a tarde, disse que no dia seguinte traria uma máquina para filmar o pato que mamava na cadela. No entanto o pato só dormia passando a mão na sua cabecinha. Por isso a Tania e eu ficamos de babá do pato. Naquele sábado a noite, como todo jovem, partimos para a balada e deixamos a Julia e a Clara Ignes encarregadas de cuidar do mesmo. Fazia um frio do cão e elas não quiseram ficar com as mãos fora das cobertas e resolveram botaar o pato para dormir com elas. O resultado era previsível!!!! Quando a mulher chegou no outro dia para filmar, o que encontrou foi um pato amassado, fino como folha de papel!!!!
Onde está o presente??????
Num dos muitos Natais na Vó Dinah, arranjaram um Papai Noel amigo de não sei quem. Ele jä chegou meio alegre, não muito firme das pernas. Depois de todo mundo entrar em fila como sempre, começou a distribuição dos presentes. Chamavam todos os nomes menos o da Adriana, que aquela hora já achava que não iria ganhar nada. A aflição da coitadinha continuou até que me dei conta que o Papai Noel estava muito bem sentado encima do presente dela, que naquele ano era uma mesinha com banquetinhas. Arranjaram uma cadeira para ele e a Adriana pode enfim ganhar seu presente.
Quando os desejos se realizam........
Naquela Páscoa, o Pedro quiz saber da Anelise, a primeira sobrinha e a mais paparicada, o que ela queria ganhar. Ela prontamente pediu abrindo os bracinhos “um ovo de açucar deste tamanho”. O Pedro trabalhava junto com o Orlando no armazém que, para incrementar as vendas, estava rifando um enorme ovo de açucar.Mais ou menos meio metro de altura. No dia da rifa, quem ganhou o ovo? O Pedro. No domingo de Páscoa ele chegou para a Anelise e fez novamente a pergunta, o que ela queria ganhar de Páscoa. Ela abrindo os braços repetiu “um ovo de açucar deste tamanho.” O pedro então colocou o ovo nas mãos dela. Pena não existirem filmadoras naquela ëpoca para registrar a satisfação da criança.
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