Era mais um carnaval. Desta vez acampamos ao redor da casa Brasil, construída com muito esforço pelo Tio Orlando e o Tio Zé. No domingo, o tempo fechou. Claro que pobre quando vai à praia não se importa se chove ou faz sol. Aproveitamos o tempo todo. Só que lá pelas quatro horas da madrugada começou a chover. Não chovia somente. Jorrava água do céu. A minha barraca estava na areia bem em frente à casa. De repente, começou um vento muito forte. A Cristina pegou o Alexandre e foi pra dentro de casa e eu e a Julia ficamos segurando a barraca para o vento não levar. Era uma barraca grande, para 6 pessoas, com uns dois metros de altura. A chuva rolava, o vento uivava, e eu e a Julia agarrados aos canos da barraca. Lá pelas 10 horas da manhã o temporal começou a acalmar. Aí nós nos damos conta. Estávamos ajoelhados no chão. A barraca enterrou na areia virando um alojamento para anão. Foi muito engraçado. Mas não desistimos. A companhia da turma valia qualquer sacrifício.
Postado por Pedro
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A luiza já fazia parte desta familia e quem segurou a barraca também foi a Taninha
ResponderExcluirPostado por Julia.